Submarino.com.br

Data para novo álbum do Deftones é anunciada

deftonesOs caras do Deftones, liderados por Chino Moreno, anunciaram finalmente que seu novo álbum, ainda sem título, será lançado no mês de Maio.

Este é o primeiro trabalho da banda sem o baixista Chi Cheng, que está em estado de semiconsciência desde que sofreu um acidente de carro, em 2008.

O próximo álbum da banda com a participação de Chi se chamaria “Eros“, mas este foi engavetado por decisão da banda, que afirmou não conseguir entrar de cabeça na turnê de um álbum que tivesse a participação do baixista, sem ele estar presente.

Neste novo álbum, que possui 11 faixas, o baixo ficou por conta do ex-Quicksand Sergio Vega, que desde o acidente vem tocando com os caras e cobrindo a ausência do baixista original em concertos ao vivo.

Chino disse que este é um projeto mais otimista e soa um pouco diferente dos álbuns anteriores, como se fosse uma autoajuda para eles mesmos, depois de tudo o que passaram nos últimos 2 anos.

Enquanto isso Chi Cheng segue aos cuidados de sua mãe, e todos nós esperamos que um dia ele possa voltar ao Deftones, todo aquele carisma e talento realmente faz falta por detrás das 4 cordas.

Rumores sobre shows do Rage Against The Machine, Korn e Limp Bizkit ficam mais fortes

ratm

Os boatos estão cada vez mais fortes. Parece que em Abril realmente teremos Limp Bizkit, Korn e ninguém menos que Rage Against The Machine nos palcos da América Latina.

Fred Durst, frontman do Limp Bizkit, postou hoje em seu Twitter: “Bizkit will ROCK Latin America.“. Instigante não?

Segundo fontes ligadas à produtora que está negociando o festival, as negociações estão bem avançadas e ao que tudo indica, a turnê começará em Março, passando em Abril pelo Brasil, Argentina e Chile.

Limp Bizkit, Korn e Rage Against The Machine, hein? Preparem seus capacetes, esse festival vai ser brutalidade pura.

Shirley Manson dá pista de que o Garbage está de volta

garbageCom muito orgulho venho dar esta notícia: O Garbage pode estar de volta.

Mais do que um boato, Shirley Manson revelou que tem passado um tempo no estúdio com seus parceiros de banda, o guitarrista Steve Marker, o baixista Duke Erikson e o baterista (e produtor) Butch Vig.

Em seu Facebook (ontem, 1º de Fevereiro), Shirley escreveu: “Advinha com quem passei uma semana em estúdio? Vocês estariam satisfeitos se eu dissesse que um deles se chama Steve, e outro é chamado Duke, e um outro é um produtor vencedor do Grammy?”

A banda se separou em 2006 e lançou seu último álbum, a compilação “Absolute Garbage” em 2007.

REVIEW: Metallica (Estádio do Morumbi, São Paulo-SP, 30/01/2010)

metallica_003O ótimo André Forastieri, um dos jornalistas brasileiros que mais admiro (e indico) na área cultural brasileira, escreveu dia destes em seu blog um post listando 32 razões pelas quais ele acha o Metallica uma banda “chataâ€. Posso não concordar com 99% do que ele escreveu – mas é inegável que, além de ser um mestre da ironia e do sarcasmo, Forastieri sabe criar polêmica, dando aquelas boas cutucadas para levantar a poeira no marasmo internético. E preciso dizer ainda que uma das coisas que Forastieri disse naquele texto faz todo o sentido: o Metallica é uma banda que fala com o “moleque espinhudo, inseguro e rancoroso que existe dentro de todos nósâ€.

Na primeira apresentação do quarteto em São Paulo, como parte da turnê do disco “Death Magneticâ€, eles fizeram milhares de tiozinhos de trinta, quarenta e até cinqüenta anos se tornarem adolescentes novamente, relembrando as camisetas velhas e os cabelos compridos de outrora, sempre ao lado daquele grupo de amigos fiel e com uma cerveja na mão. Foi um espetáculo de ferocidade e fúria, um exorcismo metálico público, uma catarse de pura gritaria e bate-cabeça que teve como ápice a música-título de “Master of Puppetsâ€, o disco mais importante da discografia do grupo e um dos pilares fundamentais do heavy metal. No estádio do Morumbi, uma banda que passou por muitos anos tumultuados e turbulentos lavou a alma diante de mais de 60 mil brasileiros – recompensados pela ausência de 11 anos com um show inesquecível.

A noite de céu limpo e sem qualquer sinal daquela chuva que anda castigando quase diariamente a capital paulista começou pontualmente às 20h, com a abertura dos brasileiros do Sepultura. Repetindo a dobradinha de 1999, quando o Metallica passou pelo nosso país pela última vez, agora Andreas Kisser e cia. não puderam reclamar do volume do som, bastante adequado à porrada sonora que se seguiria. Ok, o setlist do Sepultura não foi exatamente uma novidade para os paulistanos que andaram conferindo as passagens dos quatro músicos pelos palcos da cidade – como no caso do Maquinaria Festival, por exemplo. Uma mistura de canções do disco “A-Lex†(Moloko Mesto, Filthy Rot, We’ve Lost You) com clássicos como “Refuse/Resistâ€, “Dead Embryonic Cellsâ€, “Troops of Doomâ€, “Territory†e “Ariseâ€.

Todavia, e me perdoem aqueles que já leram isso por aqui alguma vez, repito: vê-los ao vivo é uma senhora experiência. As viúvas dos Cavalera podem se morder de raiva, mas estamos falando de uma formação bastante sólida e que fica muitíssimo à vontade no palco, sem dever nada a ninguém e disparando um poderoso (e pesado) bloco sonoro. O Sepultura estava tão em casa, levando tão na boa a pressão de abrir para o Metallica, que o fanático são-paulino Andreas provocou os torcedores de outros times ao chamar o Morumbi de casa do “maior time do mundoâ€, enquanto Derrick Green arriscou e brincou de bossa nova ao evocar “Aquarela do Brasil†antes de “Inner Selfâ€, para surpresa dos bangers fanáticos. Para fechar a apresentação de 1 hora, nada melhor do que “Roots Bloody Rootsâ€. Se você está de saco cheio da canção, que pode parecer meio óbvia e repetitiva, bastava ver o resultado: um público completamente entregue e incendiado, ovacionando os brasileiros com bastante entusiasmo. Trabalho muito bem executado.

Quando uma bela lua cheia surgiu por cima do estádio, por volta das 21h30, foi a vez do Metallica assumir seu papel – devidamente precedido pela instrumental “The Ecstasy of Goldâ€, composição de Ennio Morricone para o clássico western “O Bom, o Mau e o Feioâ€. A brasileirada alucinou assim que James, Kirk, Lars e Trujillo (este último, em sua estréia nos palcos tupiniquins) adentraram sem muitas firulas, lascando pancada com “Creeping Death†– e enfiando na seqüência “For Whom The Bell Tolls†e “The Four Horsemenâ€. Enquanto a platéia recuperava o fôlego, o vocalista aproveitou para estabelecer a primeira das muitas interações com os fãs, esbanjando simpatia para acabar de vez com aquele papo de que o Metallica não vai muito com a cara da América Latina. “Esta noite, estou sentindo a energiaâ€, disse. Depois de um momento arrepiante, quando milhares de vozes cantaram “Fade to Black†junto com o frontman, que começa a música apenas com um violão acústico, ele voltou ao assunto: “Vocês conseguem sentir esta energia?â€. Impossível não senti-la, James.

Por se tratar de uma turnê do disco “Death Magneticâ€, que não é exatamente uma unanimidade entre os ouvintes do trabalho dos caras, era de se esperar que as faixas mais recentes não causassem assim tanta comoção. O bloco formado por “That Was Just Your Lifeâ€, “The End of the Line†e “The Day That Never Comesâ€, apresentado assim, na seqüência, foi o grande ponto baixo, quando o headbangin’ deu uma bela esfriada. Mas “Broken, Beat and Scarred†teve melhor repercussão, talvez até pela introdução emocionada de James, que abriu o coração: “Esta é uma música dedicada à família do Metallica no Brasil. Vocês, que ficaram ao nosso lado nos piores e também nos melhores momentos, como esteâ€, disse. “O que não nos mata, nos torna mais forteâ€, completou, evocando o refrão da faixa, que claramente foi incorporado aos berros pelos brasileiros.

O Metallica ainda mostrou respeito à banda de abertura, dizendo que era uma honra estar ali e tocar novamente ao lado dos amigos do Sepultura. E para Derrick, Andreas, Paulo e Jean, eles dedicaram “Sad But Trueâ€. Sem necessidade de uma milionária produção de palco, eles reservaram a maior parte do fogaréu e dos fogos de artifícios para a introdução de “Oneâ€, outro momento dos mais pungentes da performance dos americanos. Enquanto cada palavra da letra era repetida com exatidão pelos fiéis brasileiros, as imagens do grupo no telão eram transmitidas em preto e branco, para dar uma atmosfera de filme de época. Com aquele contraste de luz e sombra, era possível ver nitidamente as marcas do rosto envelhecido de James, o que dava ainda mais força à história do soldado mutilado e preso em seu próprio corpo durante a Primeira Guerra Mundial.

O fogo continuou com a fúria de “Blackenedâ€, escolha inesperada e muito bem-vinda – mas deu uma trégua assim que Kirk (e suas guitarras tematizadas com pôsteres de filmes de terror estrelados por Boris Karloff) começaram o show de sutileza que é o riff inicial de “Nothing Else Mattersâ€. E assim que a câmera se focou nas mãos de James, mostrando a palheta com a arte de capa de “Death Magneticâ€, os mais atentos entenderam a dica, já que a imagem tem sido constante ao longo desta turnê: era a hora de “Enter Sandmanâ€, que encerrou a primeira parte do show em grande estilo. Os puristas podem achar que a música tocou demais nas rádios e na MTV, que foi uma das responsáveis pela “pasteurização†da sonoridade do Metallica. Bobagem. Ao ver a empolgação daquele Morumbi lotado, cantando junto a plenos pulmões, fica claro o porquê de “Enter Sandman†continuar no set das apresentações dos caras. Agradecimentos rápidos, vivas e urras, o Metallica sai de cena. Mas era por pouco tempo.

O bis, sempre obrigatório, não demorou. A grande curiosidade era saber qual seria a escolha da vez para o espaço reservado ao cover, uma releitura de uma banda clássica que teria influenciado o Metallica. Se em Porto Alegre eles tocaram sua ótima versão para “Die Die My Darlingâ€, dos Misfits, os paulistanos não puderam reclamar de ouvir a igualmente empolgante e energética “Stone Cold Crazyâ€, rendição que já é clássica para um hit do Queen. A adrenalina continuou em alta quando, sem qualquer anúncio prévio, veio uma versão em alta velocidade para “Motorbreathâ€. Pescoços doendo, pernas em frangalhos, os fãs queriam mais uma. Aquela música que James sabia muito bem qual era. O vocalista, evidente, não ia perder a chance de provocar seu público. “Vocês querem esta música?â€. Sim. “Aquela que tem apenas três palavras simples?â€. Sim. “Pois então que se acendam as luzes. Porque vocês passaram a noite toda olhando para nós. Agora somos nós que queremos ver vocêsâ€, completou. E eis que vem “Seek and Destroyâ€, resultando em uma sucessão de pulos que fez o estádio tremer. Não à toa, Kirk rapidamente sacou seu smartphone para registrar o momento.

Ao fim do show, os quatro cavaleiros do apocalipse passaram um tempão agradecendo, indo de um lado ao outro do palco fazendo sinais para todos os lados, jogando dezenas de baquetas e palhetas para os sortudos da linha de frente. Enquanto James cobria a bateria de Lars com bandeiras do Brasil jogadas pelos fãs, levando a galera ao êxtase ufanista máximo, típico de shows internacionais, cada um dos músicos foi ao microfone agradecer, dizendo aquele macarrônico “obrigado†em português. E justamente do baterista Lars Ulrich, considerado bastante anti-social, é que veio o que todos os presentes queriam de fato ouvir: “Podem ter certeza de que o Metallica vai demorar muito menos do que 11 anos para voltar ao Brasilâ€. Bingo.

Pois é, Forastieri. Naquele sábado, saímos todos meio moleques daquele Morumbi. Mais do que “espinhudos, inseguros e rancorososâ€, estávamos todos cansados, suados, quase roucos e surdos. E muito felizes.

Line-up:
James Hatfield – Vocal/Guitarra-base
Kirk Hammett – Guitarra-solo
Robert Trujillo – Baixo
Lars Ulrich – Bateria

Setlist:

CREEPING DEATH
FOR WHOM THE BELL TOLLS
THE FOUR HORSEMEN
HARVESTER OF SORROW
FADE TO BLACK
THAT WAS JUST YOUR LIFE
THE END OF THE LINE
THE DAY THAT NEVER COMES
SAD BUT TRUE
BROKEN, BEAT AND SCARRED
ONE
MASTER OF PUPPETS
BLACKENED
NOTHING ELSE MATTERS
ENTER SANDMAN

Bis:
STONE COLD CRAZY (Queen cover)
MOTORBREATH
SEEK AND DESTROY

E continua a campanha contra o The Who no Super Bowl XLIV

thewhoUm grupo de ajuda a crianças sexualmente abusadas, andou distribuindo flyers para os moradores que vivem perto do Landshark Stadium em Miami, onde vai rolar o Super Bowl XLIV, evento esportivo anual de maior expressão nos E.U.A..

Nos panfletos haviam manifestos contra a apresentação da banda Britânica The Who e principalmente contra o guitarrista Pete Townshend, que esteve envolvido em um caso bem estranho em 2003.

No panfleto estava escrito: “Townshend é um cidadão Britânico que foi registrado como um ofensor sexual em seu país de origem em 2003, por um caso relacionado à pornografia infantil. Ele estará em Miami em Fevereiro, quando chegará para uma apresentação no Super Bowl com seu grupo musical conhecido como The Who. Este é um comunicado para a comunidade, distribuído para o interesse da segurança pública.

A verdade é que Townshend foi registrado no “Sex Offenders Register” por cinco anos, depois de ter admitido usar seu cartão de crédito para acessar imagens pornográficas com conteúdo infantil. MAS o guitarrista alega que tudo isso foi apenas uma pesquisa feita para um livro. Essa história termina com Pete sendo advertido pela polícia, mas não sendo acusado nem processado. O que na minha opinião e na de todos que conhecem a história do cara, foi uma sábia decisão.

Apesar de toda essa campanha contra, a N.F.L. (National Football League) e o todos os patrocinadores do Super Bowl XLIV, estão firmes quanto ao concerto da clássica banda.

Concentrado para o show, Pete Townshend revelou em uma entrevista para a Billboard, que o The Who já tem planos para o “half-time show”, dizendo que a banda irá tocar uma mistura de tudo, um pouco de “Baba O’Riley“, um pouco de “Pinball Wizard“, entre outros clássicos dos caras.

A final do futebol americano, Super Bowl XLIV, será no dia 7 de Fevereiro. E sim, espere ver o The Who colocando Miami abaixo!

Novo single do Limp Bizkit em Fevereiro

limpFred Durst, frontman do Limp Bizkit, revelou recentemente em seu Twitter, que irá lançar seu novo álbum antes do esperado.

Fevereiro é o mês em que o novo single, que faz parte de “Gold Cobra“, o sucessor de “The Unquestionable Truth (Part 1)” (de 2005), chegará às lojas e rádios do mundo todo.

“Parece que nosso novo single encontrará sua direção até vocês em Fevereiro.” afirmou Durst em seu micro-blog.

PREVIEW: ouça a nova música de Christina Aguilera

ChristinaAguilera-97

Ouça “Spotlight“, a nova música da cantora Christina Aguilera que faz parte da trilha sonora do filme “Burlesque”, com direção de Steven Antin.

No filme, Aguilera atuará atuará junto com Cher, Allan Cumming e Kristen Bell.

O próximo álbum da cantora se chamará “Bionic” e terá participações de Sia, Santigold, M.I.A. e do grupo eletrônico Ladytron. Ainda não se sabe se “Spotlight” fará parte do disco.

Veja fotos da preparação do estádio para os shows do Metallica

metallica_002Para os fãs que começaram a semana agoniados pela proximidade do evento, o site oficial dos concertos do Metallica no Brasil – o “Mission Metallica“, acaba de disponibilizar as fotos da montagem do show que vai rolar em São Paulo, nos dias 30 e 31 deste mês, no estádio do Morumbi. Falta pouco, saca só!

Confira a tracklist do novo álbum do Gorillaz, capa e muito mais!

xxx3Notícias da banda virtual mais amada do mundo! Oficialmente o álbum novo da banda Gorillaz, “Plastic Beach” será lançado nos EUA no dia 9 de Março pela Virgin. Seu primeiro single será “Stylo“, que tem participações de Mos Def e Bobby Womack e estará disponível oficialmente a partir do dia 26 de Janeiro. Obviamente “Stylo” já está circulando pela internet.

Você quer mais participações especiais no álbum? Então aí vai a lista: Snoop Dogg, Lou Reed, De La Soul, Mark E. Smith, da banda The Fall, Gruff Rhys, do Super Furry Animals e (…UAU!) Mick Jones e Paul Simonon do The Clash.

Abaixo você fica com a tracklist e as capas de “Plastic Beach” e do single “Stylo“!

01 – Orchestral Intro (ft. Sinfonia ViVA)
02 – Welcome to the World of the Plastic Beach (ft. Snoop Dogg and Hypnotic Brass Ensemble)
03 – White Flag (ft. Kano, Bashy, and the National Orchestra for Arabic Music)
04 – Rhinestone Eyes
05 – Stylo (ft. Bobby Womack and Mos Def)
06 – Superfast Jellyfish (ft. Gruff Rhys and De La Soul)
07 – Empire Ants (ft. Little Dragon)
08 – Glitter Freeze (ft. Mark E Smith)
09 – Some Kind Of Nature (ft. Lou Reed)
10 – On Melancholy Hill
11 – Broken
12 – Sweepstakes (ft. Mos Def and Hypnotic Brass Ensemble)
13 – Plastic Beach (ft. Mick Jones and Paul Simonon)
14 – To Binge (ft. Little Dragon)
15 – Cloud of Unknowing (ft. Bobby Womack and Sinfonia ViVA)
16 – Pirate Jet

plasticbeach

stylo

Confira a lista completa das bandas que irão tocar no Coachella Festival 2010

coachellaDepois de todo o furor causado pelo anúncio das bandas principais do line-up do festival Coachella 2010, você pode conferir a lista completa das bandas que vão compor os 3 dias do festival Californiano. Na sequência você também pode ver o poster oficial do evento.

Sexta-Feira, 16 de Abril: Jay-Z, LCD Soundsystem, Them Crooked Vultures, Vampire Weekend, Deadmau5, Public Image Limited, The Specials, Grizzly Bear, Passion Pit, Echo and the Bunnymen, Benny Benassi, Fever Ray, Grace Jones, She & Him, Erol Alkan, The Avett Brothers, Calle 13, The Whitest Boy Alive, The Cribs, La Roux, Yeasayer, Lucero, DJ Lance Rock, The Dillinger Escape Plan, Proxy, Ra Ra Riot, Deer Tick, Wolfgang Gartner, Aeroplane, Iglu & Hartly, Sleigh Bells, P.O.S., Baroness, Hockey, Little Dragon, White Rabbits, Wale, Kate Miller-Heidke, As Tall as Lions, Jets Overhead, Alana Grace, Pablo Hassan.

Sábado, 17 de Abril: Muse, Faith No More, Tiësto, MGMT, David Guetta, The Dead Weather, Hot Chip, Devo, Coheed and Cambria, Kaskade, 2Many DJ’s, Major Lazer, Dirty Projectors, Gossip, Z-Trip, The xx, John Waters, Les Claypool, The Raveonettes, Mew, Sia, Camera Obscura, Tokyo Police Club, Porcupine Tree, Old Crow Medicine Show, Aterciopalados, Bassnectar, Frightened Rabbit, Dirty South, Flying Lotus, Corinne Bailey Rae, Pretty Lights, Shooter Jennings, RX Bandits, The Almighty Defenders, Edward Sharp and the Magnetic Zeros, Craze & Klever, Zoe, The Temper Trap, Portugal. The Man, Band of Skulls, Girls, Beach House, Steel Train, Frank Turner.

Domingo, 18 de Abril: Gorillaz, Pavement, Thom Yorke, Phoenix, Orbital, Spoon, Sly and the Family Stone, De La Soul, Julian Casablancas, Plastikman, Gary Numan, Charlotte Gainsbourg, Sunny Day Real Estate, Yo La Tengo, MUTEMATH, Deerhunter, Infected Mushroom, Club 75, Matt & Kim, The Big Pink, Gil Scott-Heron, King Khan and the Shrines, Florence and the Machine, Yann Tiersen, Little Boots, Miike Snow, Talvin Singh, Ceu, B.o.B., Babasonicos, Owen Pallett, The Glitch Mob, Mayer Hawthorne, Local Natives, Rusko, The Middle East, Hadouken!, The Soft Pack, Kevin Devine, Paparazzi, Delphic, One EskimO.

O preço do pacote para os 3 dias de festival é de $269,00 mais os encargos. Para informações sobre tickets e afins, clique AQUI e acesse o site oficial.

coachella_poster